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Pai, Mãe, Irmão, Irmã

Há qualquer coisa de reconfortante e simpático quando vamos ver um filme de um realizador de que gostamos e de que andamos a ver os filmes nos últimos trinta anos e ele nos fala, dessa maneira própria que é a dele, com a sua forma de pensar e a sua mise-en-scène, de coisas em que também nós andamos a pensar. É como se fosse um encontro com um velho amigo, com o seu estilo particular, o seu charme. Reconhecemos aquela forma de ver o mundo: o absurdo é sempre para rir, mesmo se for triste. E o estilo e o charme são sempre resplandecentes, porque é sempre como se fosse a primeira vez que se dá o encontro com o filme e com o mundo.  Em que consistirá o charme de Jarmusch ? O seu estilo, loucura, grito cinematográfico ? Talvez tenha a ver com a convicção de que há uma estranheza, um modo de sermos estrangeiros a nós mesmos e àqueles que amamos que nos constitui como condição irredutível até mesmo ao amor, entre amantes, mães, pais, irmãos, irmãs, amigos. Essa condição da estranheza é um...

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